
Para uma banda que já cultivou uma imagem tão agressiva e apocalíptica até não muito tempo atrás, o Prodigy impressionou por ser todo "carisma" na noite desta sexta-feira, 23, no Via Funchal. Na verdade eles sempre foram amistosos com os fãs, "my people", como o vocalista Maxim Reality gosta de chamar, mas faltava o visual nervoso das antigas e o empenho de Keith Flint parecia mais caricato, e menos natural, do que de costume.
Isso não impediu que ele fizesse caretas, gestos malucos e bocas pra galera, caminhasse no meio do povo, andando até lá no meio da pista, ou praticasse seus stage divings. Sobrava para Maxim a responsa de dialogar com o público. Era sob seu comando que a diversificada massa humana, formada por desde clubbers a modernos, coxinhas, metaleiros e marombados, pulava, batia palmas, entoava os singalongs e abria roda.
Os pontos altos do setlist foram os já aguardados. "Breathe", que revelou os caras para o grande público, que veio logo no começo, "Spitfire", "Firestarter" e "Vodoo People". Boa parte da intensidade do show foi trazida pelo guitarrista e o baterista com os quais o grupo britânico contou no palco. Especialmente Leo Crabtree parecia um liquidificador de ritmos quebrados, descendo a lenha na batera, e encorpando as programações de Liam Howlett, rodeado por sua aparelhagem que mais parecia a cabine de uma nave.
Antes do bis, fizeram agitar com "Invaders Must Die", faixa-título do novo álbum, que teve boa recepção do público cantando junto o refrão, "Diesel Power" e "Smack My Bitch Up". Uma pausa breve e completaram uma hora e dez de show suado com as lascas de explosão "Take Me to the Hospital" e "Out Of Space".
Isso não impediu que ele fizesse caretas, gestos malucos e bocas pra galera, caminhasse no meio do povo, andando até lá no meio da pista, ou praticasse seus stage divings. Sobrava para Maxim a responsa de dialogar com o público. Era sob seu comando que a diversificada massa humana, formada por desde clubbers a modernos, coxinhas, metaleiros e marombados, pulava, batia palmas, entoava os singalongs e abria roda.
Os pontos altos do setlist foram os já aguardados. "Breathe", que revelou os caras para o grande público, que veio logo no começo, "Spitfire", "Firestarter" e "Vodoo People". Boa parte da intensidade do show foi trazida pelo guitarrista e o baterista com os quais o grupo britânico contou no palco. Especialmente Leo Crabtree parecia um liquidificador de ritmos quebrados, descendo a lenha na batera, e encorpando as programações de Liam Howlett, rodeado por sua aparelhagem que mais parecia a cabine de uma nave.
Antes do bis, fizeram agitar com "Invaders Must Die", faixa-título do novo álbum, que teve boa recepção do público cantando junto o refrão, "Diesel Power" e "Smack My Bitch Up". Uma pausa breve e completaram uma hora e dez de show suado com as lascas de explosão "Take Me to the Hospital" e "Out Of Space".
Setlist
1.World's On Fire Pla
2.Breathe / Breathe (dubstep beats)
3.Omen
4.Poison
5.Spitfire
6.Warrior's Dance
7.Firestarter
8.Run With The Wolves
9.Voodoo People
10.Omen Reprise
11.Invaders Must Die
12.Diesel Power
13.Smack My Bitch Up
Bis:
14.Take Me to the Hospital
15.Out Of Space
Fonte: http://msn.skolbeats.com.br


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